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domingo, 26 de junho de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Pequenas coisas com importância

Ao retirar uma parede, a transição de um tecto liso e rebaixado (por necessidade de encaixe de tubagens) com um tecto mais trabalhado e desnivelado tornou-se problemática, especialmente na junção com esta janela. Após várias tentativas, a harmonização parece conseguida, para o que contribuiu o toque especial do 'encaixe' e do friso adicional na base.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Segundo tecto estucado (em fase de conclusão)

Afinal, a precaução e o labor artesanal compensam. Bravo, rapazes!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Tecto com pedaços


Esta semana tivemos uma grande alegria. Os senhores estucadores que nos tinham levado o tecto em pedaços estavam de volta a colar bocado a bocado. Falta só esperar pelo efeito final... pela amostra parece que vai ficar bem bonito.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Lã de vidro

Ele há de tudo nestes tempos modernos. Imagine-se que os vidros, essa coisa que servia para nos separar de uns sítios para os outros deixando passar só a luz ou para fazer objectos bonitos e utilitários, agora até produzem lã própria, assim como as ovelhinhas. E, para que conste, até há quem, possivelmente inspirado nas tradicionais yurts dos pastores mongóis, se dê ao trabalho de a recolher e fazer estas mantas volumosas que servem para isolamento nos tectos das casas. Agora é esperar pelas agruras do Inverno e ver o efeito.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Debaixo de um tecto

Para que o céu não nos caísse em cima da cabeça, receio herdado de uma pequena aldeia de irredutíveis gauleses, já tínhamos a garantia de um tecto sólido. Agora o sono vai ser ainda mais sossegado, com um tecto que inclui, para além da placa de pladour, um isolante térmico, ambos suportados pela singela estrutura metálica como a que se vê na foto.

domingo, 1 de agosto de 2010

Plásticas de gesso

É isto (auch!) que resta do outro tecto com gesso trabalhado. Os empurrões e as vibrações sofridas acabaram por se fazer sentir, e a opção teve que ser tomada: retirar o florão para restauro posterior de todo o tecto. Fica registado agora, já que temos o condão de esquecer as decisões que, como cirurgias adiadas ad aeternum, possuem uma inevitabilidade que pesa nas consciências menos cautelosas.

domingo, 16 de maio de 2010

O tecto em pedaços


Imagens do atelier de restauro. Como se pode ver, o tecto foi literalmente recortado em porções de tamanho variável, de acordo com as exigências dos desenhos em gesso e das leis da física. Aparentemente, poucos se dão a este minucioso trabalho, optando por aplicar novos florões. Tratando-se do elemento decorativo mais significativo e 'nobre' da casa, a opção por preservar parece justificar-se. Resta aguardar pelo resultado final.

Vista em planta de um tecto


Desenho do tecto retirado para recuperação e posterior aplicação. Apesar de parecer um erro de perspectiva, corresponde à representação literal à escala da divisão que corresponde à futura sala de estar (a vertente superior, mais comprida, é a do lado nascente, virada para a rua).

domingo, 18 de abril de 2010

Soalhos


Como previsto, as madeiras vão progressivamente sendo levantadas para posterior recolocação, recuperando o material em bom estado e completando com novo. Uma cirurgia radical (com o seu quê de delicadeza), mas fundamental para prolongar a vida da casa. No processo, surge a oportunidade única para ver através dos pisos, como super-heróis com visão raio X.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Tectos em trânsito


No primeiro piso, a demolição de uma das paredes revelou um espaço amplo do lado poente (ou seja, com Sol da parte da tarde). O desenho do tecto, com o seu florão descentrado e um rebordo curvado, sugere uma separação de áreas no futuro escritório-biblioteca-canto de leitura e sonecas.

Do outro lado da casa, o florão do tecto estucado foi 'descolado', recortando-se também os relevos dos ângulos (não estivemos para assistir à interessante operação). A equipa comprometeu-se a aproveitar o que se puder salvar e a reproduzir os elementos em falta, para posterior recolocação.(!) Na imagem é visível o mau estado de uma das vigas, vergada ao passar do tempo, à humidade e às leis da física.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Tectos estucados


Continuando na senda das bichices (a propósito, que fique claro: os comentários homofóbicos, sobretudo da parte de 'anónimos' não são bem vindos e a gerência reserva-se o direito de os eliminar a seu bel prazer), fica aqui um registo fotográfico dos dois tectos estucados. Num deles (o que levou com a lâmpada fluorescente em cima) encontram-se motivos alimentares como fruta, o que parecia destinar a divisão à função degustativa. O outro, mais rico, designava provavelmente a zona nobre da casa. Nestes elementos valerá a pena investir, pelo valor estético que acrescentam à casa. Uma vez que ainda não foi avaliado o estado real dos soalhos (mas sendo provável que terá que ser retirada toda a madeira para posterior selecção e reposição), o tipo de intervenção poderá variar e incluir a reprodução dos elementos em falta.