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terça-feira, 8 de março de 2011

A luz entra...

... e despede-se ao fim do dia no ponto mais alto da casa, para deixar ver o efeito dos cuidados prestados ao soalho nos últimos dias. Um trabalho feito por homens, já não como na bela pintura de Caillebotte, mas com a ajuda preciosa de máquinas de vários portes. Quanto às mulheres, no seu dia e não só, serão sempre tão bem vindas como eles neste pavimento. "Les raboteurs de parquet", de Gustave Caillebotte (1875)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Pezinhos de lã

O processo de afagamento dos soalhos foi iniciado. Como de costume, começaram pelo piso superior e foi-nos pedido para, no caso de querermos ver o trabalho (ainda sem a última camada de verniz), entrarmos com o cuidado que o título do post exprime tão bem.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Simbiose

Em biologia a simbiose é uma relação mutuamente vantajosa entre dois ou mais organismos vivos. Aqui o caso é um pouco diferente, mas não temos dúvida que a cozinha/sala de refeições vai tirar proveito deste bonito conjunto de azulejos. Por sua vez, os azulejos colocados vão assim manter-se intactos (estiveram guardados em caixas desde a sua rejeição) e exercer a sua função por muitos anos.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Experiências

Hoje tratou-se da disposição dos azulejos hidráulicos, cortesia do arquitecto, no chão do piso térreo. Sendo um conjunto limitado, optou-se por fazer um 'tapete' na zona da cozinha (só se utilizou o rebordo, mas há unidades para toda a área). A colocação está prevista para esta semana, assim como a execução do pavimento neste piso, o mais 'atrasado' no cenário da obra.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Ainda mais notas de rodapé

De entre todas as imagens, texturas e pormenores que começam a povoar a casa, é a dos rodapés, a serpentear por todo o lado e ainda por pintar, que transmite já maior conforto, aconchego e elegância.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Soalhos em progresso

Divisões transformadas em autênticas oficinas de serração e tábuas de madeira empilhada só podiam significar uma coisa: o chão ia regressar à casa, o que, depois de meses de equilibrismo sobre vigas e destroços, significava um descanso para os mais achacados às sensações vertiginosas e para as adeptas do tacão alto. Infelizmente, as madeiras originais revelaram-se irrecuperáveis. Foi necessário substitui-las com a tradicional madeira de pinho. Aqui fica uma amostra de um soalho colocado no segundo piso que prenuncia já um belo efeito cenográfico final.

sábado, 5 de junho de 2010

Casa oportunista

Como frequentemente acontecia no burgo tripeiro, a casa foi oportunisticamente erguida no lote deixado vago entre outras duas casas. Por esse motivo, não foram erguidas novas paredes, pelo que a pedra que se consegue ver na imagem é partilhada com o vizinho. Também é possível vislumbrar a geometria enviesada do travejamento, que acompanha o ângulo 'torcido' em relação à rua. Às vigas foram adicionados reforços com madeira nova. Num dos pisos descobriu-se que aquilo que aparentava ser um pequeno deslizamento do edifício, 'quebrando' a esquadria das portas interiores, não seria senão a consequência de um planeamento pouco científico de toda a estrutura (mercê talvez dos meios ao dispor dos mestres na altura).

domingo, 18 de abril de 2010

Soalhos


Como previsto, as madeiras vão progressivamente sendo levantadas para posterior recolocação, recuperando o material em bom estado e completando com novo. Uma cirurgia radical (com o seu quê de delicadeza), mas fundamental para prolongar a vida da casa. No processo, surge a oportunidade única para ver através dos pisos, como super-heróis com visão raio X.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Azulejos e jantares


O pacote da empreitada inclui como bónus um grupo de azulejos rejeitados de outra propriedade. Como aqui na Casa na Baixa não nos fazemos rogados, a ideia é transformar o esquisito em exquisite. Os felizes contemplados com um convite para uma das soirées a promover futuramente na sala de jantar poderão apreciá-los (debaixo dos sapatos) enquanto degustam um jantar no piso térreo.