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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Fachada tardoz
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Pêras rochas e profundos carmesins
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Cores: experiências e ajustes finais #2
sábado, 6 de novembro de 2010
Da rua
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Corre, corrimão
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Pequenos grandes detalhes
quarta-feira, 16 de junho de 2010
De marquise a varanda
Virada para poente, no primeiro piso, optou-se por transformar a antiga marquise numa varanda, prolongando o gradeamento de ferro que contorna as escadas de acesso ao quintal. É uma forma de criar maior abertura para o exterior, permitindo uma maior entrada de luz para a divisão que será o escritório e sala de leitura. Pelo que se consegue perceber, a plataforma foi construída posteriormente à casa original, uma vez que assenta numa estrutura de cimento. Foram retiradas as caixilharias e demolido o pequeno muro. Por razões estéticas e funcionais optou-se por construir um novo pilar, alinhado com o 'cachorro' (aquele gancho de pedra que se vê na parte inferior). O pilar original será eliminado, mas mantém-se desta forma um suporte para a varanda do segundo piso.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Fachadas recriadas


Na fachada tardoz (traseira), os dois pisos superiores incluem duas pequenas varandas. Com a excepção da parte lateral esquerda, onde se acede à escada para o quintal, são plataformas provavelmente erguidas posteriormente ao edifício original (de facto são de cimento, e não de pedra). Na primeira imagem, já é possível ver o primeiro piso sem as janelas em guilhotina (irremediavelmente degradadas), que anteriormente fechavam em 'marquise' a varanda. A ideia de abrir completamente o espaço, substituindo o enquadramento em cimento pelo prolongamento do varandim em ferro, esbarrou-se com a necessidade de manter o pilar, que 'segura' a varanda do segundo piso. A segunda imagem ensaia essa hipótese (virtual), deslocando-se a coluna um pouco para a direita, para uma posição menos intromissiva. A terceira imagem é uma experiência com a aplicação das cores originais da casa, que se pretendem reproduzir: o clássico pigmento amarelo com as caixilharias em bordeaux. Bem haja, photoshop.
domingo, 2 de maio de 2010
Exoesqueleto
quarta-feira, 7 de abril de 2010
E aos primeiros dias...
Ao fim de uma espera ansiosa e que transformou os dias em semanas e as semanas em meses, as obras finalmente e irreversivelmente começaram. Foi estranho ver a casa subitamente a agitar-se de movimentações, como se despertasse de um longo sono, e logo para se ver em pleno cenário de operações: as paredes descarnadas, muros demolidos, tralha esvaziada do interior, novas aberturas por onde a luz por fim aprende a circular, iluminando novos recantos. Para já, a maior diferença, sobretudo para quem visitou o espaço antes dos trabalhos que agora iniciam, reside no piso térreo: a demolição do coberto que separava o interior do quintal, para onde agora, não contando com os andaimes, o pó e o entulho, se circula (alegre e) livremente.
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