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quarta-feira, 11 de maio de 2011
Parede vermelha
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Novos usos para velhos espaços
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Roupa a caminho #2
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Operação pladur
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Bomba-coração (encore une maison equipée)

O sistema de aquecimento em muito se assemelha à circulação humana. Existe a pequena circulação, que serve para obter o calor (oxigénio no caso do Homem), enquanto tubos vermelhos e azuis desenham a grande circulação que o distribui. Depois há uma máquina, que assegura que tudo isto aconteça sem falhas e no tempo certo.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Electric dreams #2

Poucos dias depois da visita anterior, o terreno já se encontra preparado para receber a dádiva de Thomas Edison à civilização moderna: a electricidade. E com ela, qual criação de Frankenstein de novo milénio, por entre cabos, tomadas e interruptores, animando máquinas, equipamentos e tecnologias, se trará nova luz e vida a uma casa na baixa.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Roços
Dos grafittis com as marcações das futuras ligações eléctricas resultaram estes 'rasgões', (roços, tecnicamente), onde se encaixarão os cabos necessários. Depois de levantado o soalho, o telhado, picadas as paredes, aberta uma vala, tiradas as portas e caixilharias das janelas, ver estes maus tratos ao pouco que resta da casa é, no mínimo, doloroso, ainda que incontornável.
domingo, 20 de junho de 2010
Canalizações
Durante eras, a falta de uma política estruturada de saneamento básico constituiu a principal causa de doenças e epidemias entre a população residente nos núcleos urbanos. Continua a sê-lo, em muitas zonas do planeta. Felizmente, entre nós, trata-se de um dado adquirido, embora se ouçam ainda com frequência queixas da factura que todos, como cidadãos, temos a obrigação de pagar. Dentro de portas, o processo é relativamente simples, mas laborioso: depois de aberta uma vala, atravessando toda a casa até à caixa de saneamento, foram já colocados os tubos de canalização, substituindo-se o material pré-existente por um mais resistente. As ligações deverão percorrer assim o quintal, a cozinha, a casa de banho do piso térreo e duas ligações nos pisos superiores.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
De marquise a varanda
Virada para poente, no primeiro piso, optou-se por transformar a antiga marquise numa varanda, prolongando o gradeamento de ferro que contorna as escadas de acesso ao quintal. É uma forma de criar maior abertura para o exterior, permitindo uma maior entrada de luz para a divisão que será o escritório e sala de leitura. Pelo que se consegue perceber, a plataforma foi construída posteriormente à casa original, uma vez que assenta numa estrutura de cimento. Foram retiradas as caixilharias e demolido o pequeno muro. Por razões estéticas e funcionais optou-se por construir um novo pilar, alinhado com o 'cachorro' (aquele gancho de pedra que se vê na parte inferior). O pilar original será eliminado, mas mantém-se desta forma um suporte para a varanda do segundo piso.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Beiral
sábado, 5 de junho de 2010
Casa oportunista
terça-feira, 1 de junho de 2010
Parede sim, parede não
domingo, 23 de maio de 2010
Mezzanine
(foto Carlos Melo)
A partir do quarto principal, uma perspectiva diferente do telhado, que permite visualizar a estrutura em duas águas. O 'buraco' à esquerda é o da clarabóia, que deixará em breve de se apreciar daqui (será envolto por uma estrutura em funil invertido para o vão da escada). À direita, uma janela num patamar a que se terá acesso do próprio quarto através de uma escada. A mezzanine (para além de dar nome ao melhor álbum dos Massive Attack) nomeia a ideia de piso intermédio aberto, que pode permitir criar amplitude ao espaço e aproveitar o pequeno 'quarto piso', cujo destino funcional permanece uma incógnita (um sítio para contemplar as estrelas?) Seja como for, a engenharia revela-se passo a passo uma ciência desconcertante e quase bela na harmonia resultante de cálculos, encaixes, pesos e propriedades.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Desca(e)scadas
domingo, 16 de maio de 2010
O tecto em pedaços

Imagens do atelier de restauro. Como se pode ver, o tecto foi literalmente recortado em porções de tamanho variável, de acordo com as exigências dos desenhos em gesso e das leis da física. Aparentemente, poucos se dão a este minucioso trabalho, optando por aplicar novos florões. Tratando-se do elemento decorativo mais significativo e 'nobre' da casa, a opção por preservar parece justificar-se. Resta aguardar pelo resultado final.
sábado, 15 de maio de 2010
Hipoderme, derme e epiderme...
O telhado em camadas: o travejamento inicial, em pinho 'casquinha'...
... seguido da madeira de enchimento. Por cima desta, ...
... com função de isolamento, ventilação e impermeabilização, segue-se uma camada de roofmate (poliestireno extrudido)...
... e outra de Onduline (sub-telha); é sobre esta última que...
... a telha de cerâmica francesa (o nome não remete para a origem, mas para a tipologia) será em breve aplicada, fechando o ciclo e a cobertura da casa.
Portas e portadas
Enquanto aguardam a recomposição de toda a estrutura, portas, portadas e janelas retiram-se paulatinamente de cena. O momento do regresso chegará, possivelmente implicando uma transição de espaço (sobretudo as peças que contactavam com o exterior, que serão substituídas por motivo de isolamento térmico), mas não se perderá a sua utilidade. Aventou-se a hipótese de metamorfosear algumas delas em portas de armários, respondendo assim ao postulado 'verde' da reciclagem de materiais.
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