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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Sair do armário

O blog sai do modo 'still' para acompanhar um novo alento na fase final das obras. Para já, o registo do armário embutido, prontinho para receber as camisolas, peúgas e sapatilhas que aguardam impacientes a mudança de ares.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

domingo, 27 de março de 2011

Cadeirão

Dizem que só encontramos aquilo que queremos quando não estamos à procura. É válido para o amor, e é válido para encontrar peças como esta, que se encontram a preços muito em conta deambulando sem destino pelas ruas da invicta, assim como quem quer apenas esquecer-se das agruras laborais.

domingo, 13 de março de 2011

Projecto para armário

Nas relações parece haver sempre um parceiro recolector e outro de perfil mais 'utilitarista'. O primeiro diverte-se a acumular peças com funções variadas, e não lhe passa pela cabeça desfazer-se delas depois de ultrapassada a validade. O segundo sonha com um mundo mais organizado, pragmático e 'limpo' e, como tal, não perde oportunidade para se desfazer do que já não tem uso aparente. Posto isto, e não obstante, numa casa nova há que partir do nobre princípio da igualdade de oportunidades para todos (exemplificado no desenho simétrico do armário de quarto).

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Roupa a caminho #2

Roupeiro em progresso. Só faltam as portas (infelizmente o projecto de aproveitamento das portas das varandas não terá viabilidade) e um plano para o interior, cujo recheio será alvo das negociações mais demoradas...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Louceiro


Não há maneira da foto fazer justiça a este louceiro, que logo que possível se instalará na sala de jantar. Até lá vai aguardar quedo no antiquário onde foi descoberto. É uma peça feita em vinhático, que data do século XIX. É mais antiga do que a própria casa, possuindo o carisma necessário para ocupar um lugar de destaque e servir dois propósitos muito pragmáticos: arrumar louça e consolar as vistas.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O novo e o antigo


É inevitável (e irreprimível) começar a pensar nas peças que vão compor as diferentes divisões: vão passar a fazer parte da história da casa, algumas delas transportando as suas próprias histórias, a que agora acrescentam um novo capítulo. Nalguns casos, vão ajudar mesmo a articular o antigo com o contemporâneo. A escolha impõe, portanto, bom senso e ponderação e, como sempre nestas coisas, acreditamos em critérios firmes, racionais: funcionalidade, volume, adequação ao espaço, design, durabilidade, orçamento. Mas no final da viagem, hélas, os felizes seleccionados são sempre e apenas os que nos conquistam o coração.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Chapeleiro

Em cada visita vão aparecendo pequenas surpresas. Esta estava no sótão, à espera de ser resgatada. Será uma das primeiras visões dos visitantes, pelo que encontrá-lo nos pareceu de bom augúrio. Não saberemos datar a peça, mas um de nós recorda-se de ver uma do mesmo estilo na casa da avó, que era do início do século. Está intacto, mas precisa de uma boa limpeza. Algum conselho desse lado?